PRIMEIRO TRIMESTRE

Oi pessoal.

Sejam bem vindos ao blog da professora Silvana.

Este é um espaço criado para os alunos, sintam-se a vontade para visitar, deixem seus comentários e aproveitem para adquirir mais conhecimento sobre os assuntos tratados em sala de aula e também fora dela.


Abaixo estão as atividades do nosso primeiro dia de aula.


RESPONDA:

1. Você tem uma religião?

2. Você acredita em Deus, numa força ou alguém superior?

3. Quem é Deus para você?

4. Como Deus ou essa força superior age em sua vida?


TAREFA

Para refletir:

1. Qual minha religião?

2. Em que eu acredito segundo minha religião?

3. Eu sigo os ensinamentos da minha religião? Quais?

4. No que diz respeito a questão anterior, em que posso melhorar?


IDENTIDADE



A identidade pode ser definida como sendo um conjunto de caracteres (caráter) próprios e exclusivos de uma determinada pessoa. Este conceito, entretanto, está ligado às atividades da pessoa, à sua história de vida, ao futuro, sonhos, fantasias, características de personalidade e outras características relativas ao indivíduo. A identidade permite que o indivíduo se perceba como sujeito único, tomando posse da sua realidade individual e, portanto, consciência de si mesmo. Este conceito sempre tem preocupado o homem, desde os gregos antigos. A identidade não é só o que a pessoa aparenta, ela agrupa várias ideias como a noção de permanência, de pontos que não mudam com o tempo. 
Algumas destas características imutáveis (não mudam) são o nome da pessoa, parentescos, nacionalidade, impressão digital e outras coisas que permitem a distinção de uma unidade. A identidade depende da diferenciação que fazemos entre o “eu” e o “outro”. Passamos a ser alguém quando descobrimos o outro porque, desta forma, adquirimos termos de comparação que permitem o destaque das características próprias de cada um.


 

Ensino Religioso – Folha 1

                       CONVIVENDO DESCOBRIMOS QUEM SOMOS

“Não só precisamos realmente entender-nos uns aos outros, como precisamos uns dos outros para entendermos a nós mesmos.” Gandhi


            Alguns escritores criaram personagens que se desenvolveram sem a convivência com o ser humano. É o caso do Tarzan, criado no meio dos macacos, e do ser construído pelo doutor Frankstein a partir de uma experiência de laboratório.
            Personagens desse tipo têm muitos problemas, pois deixam de conhecer vários comportamentos que são comuns na sociedade humana. Porém, o maior problema talvez apareça na hora em que eles fazem uma pergunta importantíssima: Quem sou eu?
            Imagine se fosse com você. O que aconteceria se você tivesse crescido sozinho numa ilha deserta? Seria impossível sobreviver, mas vamos agora ignorar esse aspecto só para continuar o raciocínio. Se você nunca tivesse convivido com um ser humano, não saberia falar, não teria muitas habilidades simples que aprendemos em sociedade. Também não saberia se e alto ou baixo para a sua idade, se tem grandes talentos, se é uma pessoa amável. Não saberia nem se os cinco dedos de sua mão são normais ou constituem uma anomalia genética...
            Conviver com os outros não é só ter quem cuide de nós quando somos bebês ou quem nos ensine o que a humanidade descobriu nos muitos séculos da história. Os outros são também uma espécie de “campo de teste” das nossas capacidades. Só sabemos, por exemplo, se somos generosos, se houver alguém que esteja precisando da nossa generosidade; só sabemos se somos bons no futebol depois de fazer parte de um time.
            Apesar de sermos todos originais, únicos, podemos ser ou nos tornar parecidos com outras pessoas por motivos genéticos, pela convivência ou pela admiração que alguém desperte em nós.
            Se você pensar bem no seu jeito de ser, vai descobrir dentro de você as marcas – positivas ou negativas – de muitas pessoas: família, professores, amigos, vizinhos, artistas, comunicadores e até personagens de ficção. Nossos encontros, experiências humanas e o convívio com os outros influenciam a construção da nossa personalidade.
            Pessoas que se encontram deixam marcas.
            Você também deixa marcas, não só em amigos e pessoas mais chegadas, mas também em outros que observam suas atitudes, ouvem suas ideias, conhecem qualquer pedaço da sua história.
Isso não é novidade. Um filósofo dos tempos antigos já dizia:

“O que você deixa para trás não é o que é gravado em monumentos de pedra, mas o que é tecido na vida dos outros.”
Péricles

            As pessoas com quem nos encontramos pela vida afora deixam marcas na nossa vida de muitas formas:

·         Dando exemplos;
·         Comunicando o que sabem e suas experiências de vida;
·         Estimulando a nossa imaginação;
·         Despertando todo tipo de sentimentos (raiva, compaixão, saudade, medo, segurança, admiração, respeito, revolta, vergonha, afeto, solidariedade...);
·         Anunciando sua crença religiosa;
·         Cobrando comportamentos;
·         Apresentando desafios à nossa criatividade e ao nosso desenvolvimento...
·         ...e de que outras maneiras?

Alguns encontros e experiências são tão importantes, que fazem a vida mudar de rumo, para o bem ou para o mal. Isso tem sido tema de muitas histórias que você com certeza já leu. Aposto que você sabe, por exemplo, como a experiência de assistir ao assassinato dos pais levou Bruce Wayne a se transformar em Batman.
Na vida real, acontecem encontros mais decisivos do que as aventuras do homem-morcego em Gotham City. Veja só:
Francisco Bernardone era um jovem rico; tinha tudo e não sabia o que queria. O encontro com os pobres, na pessoa de um leproso, foi marcante para sua vocação: deixou tudo e foi servir aos necessitados. Hoje é conhecido como São Francisco de Assis. O mundo inteiro admira-o e muitos inspiram-se na sua vida para fazer o bem.
Todos os povos transmitem sua cultura por meio do encontro de pessoas e gerações. Uns ensinam aos outros, pela palavra e pelo comportamento, o que tem ou não tem valor para cada cultura. Não foi assim que você aprendeu?
As religiões, que são parte da cultura, passam pelo mesmo processo. Uns vão comunicando aos outros as tradições religiosas, vão contando as histórias da fé que praticam. Por exemplo: em muitas religiões de origem africana, a transmissão da fé é realizada por intermédio dos antepassados. Também era assim a transmissão da fé no povo da Bíblia.
Para o povo da Bíblia, era importante a transmissão das tradições e leis de Deus. Os filhos aprendiam com os pais e avós, conversando e participando das festas religiosas.
Aos poucos, a tradição oral foi sendo registrada em livros. Esses livros foram sendo reconhecidos como Palavra de Deus. Assim se formou a Bíblia.
A Bíblia reconhece a importância que as pessoas têm umas para com as outras, não só na transmissão da religião, mas em todos os setores da vida. No livro do Gênesis, uma das primeiras coisas que Deus diz logo depois de ter criado o ser humano é:

“Não é bom que o homem esteja só”
Gn 2,18
A sabedoria Bíblica quer nos lembrar que:

·         Não é bom que as crianças cresçam sozinhas;
·         Não é bom viver sem amigos;
·         Não é bom trabalhar sem os colegas;
·         Não é bom se divertir sem companhia;
·         ...ninguém se educa, aprende e se conhece direito sem o contato com as outras pessoas.
É no convívio com os outros que nos tornamos quem somos e descobrimos do que somos capazes.

CRUZ,Therezinha M.L. Descobrindo Caminhos. São Paulo:FTD, 2008.
ATIVIDADE
 
SONHOS, MUITOS SONHOS...
          (...) De volta ao viaduto, as crianças acomodaram-se no chão e formaram uma rodinha. O pacote de bolacha foi passando de mão em mão. O Pitoco (cãozinho) não foi esquecido. Enquanto comiam iam falando de seus sonhos.
          Tuca foi o primeiro deles:
          - Sabe, Papelão, eu gostaria de ter uma casa pra morar num lugar bem bonito. Morar na favela não é legal, não...
          Betinho também quis falar dos seus:
          - Eu queria que nossos pais tivessem dinheiro suficiente pra gente viver, comprar comida, roupa, tênis...
          Neno confessou seu sonho de consumo:
          - Eu seria feliz se meu pai tivesse um carro. Assim ele me levaria pra passear...
          Duda concordou com ele e completou:
          - É mesmo. E que nossos pais pudessem nos dar dinheiro para irmos ao shopping tomar sorvetes e ver filme com aquele sacão de pipoca e refrigerante. Você acha que é demais querer essas coisas, Papelão?
          Papelão compreendia muito bem e os confortou:
          - Claro que não. (...)
          (...) Betinho disse que seu outro sonho era que não houvesse nenhuma criança morando ou trabalhando na rua, nenhuma pessoa passando fome, que não houvesse favela e nenhum trabalhador desempregado...
          Duda confessou ainda que gostaria de ser um jogador de futebol famoso, aí ele ganharia muito dinheiro e ajudaria seus pais. E isso fez Alemão declarar:
          - Ou então ser um ator de televisão famoso.
          Betinho concluiu:
          - Se houvesse mais amor entre as pessoas, a gente não estaria nessa situação.
          Papelão acolheu cada palavra dos meninos e lhes disse:
 - Pelo que estou vendo, sonhos não faltam. Querem saber de uma coisa? Antes de mais nada, vocês precisam ter em mente o objetivo que pretendem atingir. Em seguida, têm de ser persistentes e trabalhar duro. Acreditem em vocês mesmos.


Enfrentem com coragem todas as dificuldades. Outra coisa importante é nunca desanimar, nunca perder a esperança...

          Alemão concordou:

          - Você está certo Papelão. Já vi na televisão exemplos de pessoas ricas que não tiveram vergonha de contar que eram pobres. Foram à luta e venceram.

          - Isso é verdade – apoiou Papelão.

          - Sabe Papelão? Você nos trouxe a vontade de querer ser alguém na vida...
O catador de papel III / Fernando Carraro; 1. Ed. – São Paulo : FTD, 2009.

1. Pessoas menosprezadas, discriminadas sentem-se diminuídas, abaladas em sua auto-estima. Olham no espelho e pensam: “não sou bonita, não sou importante, não tenho qualidades, os outros não me reconhecem como alguém de valor”.  No último parágrafo do texto, um dos meninos disse que Papelão trouxe para eles a “vontade de querer ser alguém na vida...”



  • Faça um comentário reflexivo sobre a influência de Papelão na vida das crianças que estavam embaixo do viaduto.
  • Explique por que é importante que as pessoas tenham sua identidade respeitada e valorizada.
2. Muitas pessoas podem nos influenciar a distância. Quando gostamos muito de algo que os outros fazem, dizem ou criam, algo do trabalho dessas pessoas ficam em nós. Lembre aqui algumas de suas preferências:


Livros ou revistas:

Filmes:

Personagens famosos:

Músicas:

18/02

Tarefa:

Para você qual é o Projeto de Deus para a Humanidade?

Procure em jornais, revistas ou na internet imagens que revelem esse projeto. Traga as imagens em um envelope para a próxima aula.


21/02
Atividade em grupo: (em sala de aula)
Orientações:
1) Fazer a margem na folha A3.
2) Ler as respostas de cada integrante do grupo e elaborar um parágrafo que revele o que o grupo pensa sobre o Projeto de Deus para a humanidade.
3) Colar as imagens.


25/02

O PROJETO DE DEUS PARA A HUMANIDADE



As pessoas associam a Deus tudo o que é bom, que traz alegria, que faz a vida valer a pena. É assim que ele aparece na historinha que segue:

            Eu era padre ainda novo e trabalhava numa favela do Rio. Um dia perguntei a um menino como ele achava que era a céu. Queria saber se a catequista tinha ensinado direito. Mas ele respondeu muito mais de acordo com seus sentimentos e disse assim:
- Olha, padre, saber mesmo eu não sei, não! Mas acho que é assim: o povo inteiro na rua, feliz, dançando, cantando; no meio do povo, um trono bem alto e bonito e lá em cima do trono fica Deus, olhando a alegria do povo e achando muito bom...
           O povo não fala de Deus desse jeito por acaso. Nosso povo tem uma cultura muito marcada pela tradição cristã. Se fosse povo hindu, esquimó, árabe... possivelmente falaria de modo diferente, contaria outro tipo de história, talvez destacasse outros aspectos da divindade.
Veja se você percebe, no diálogo acima, como o povo espera que Deus:
  • Se envolva nos problemas humanos;
  • Esteja a favor da justiça;
  • Tenha vivido entre nós e experimentando sofrimento;
  • Se alegre com nossas boas obras;
  • Queira que a história humana acabe com gosto de festa, de alegria, com todo mundo feliz.
Tudo isso tem a ver com o plano de Deus, do jeito como creem os cristãos. É assim que o cristianismo vê a história da humanidade com Deus:
  • Deus cria a humanidade para ser feliz;
  • O ser humano desobedece a Deus e cria a infelicidade.
  • Deus vem em socorro da humanidade: para isso, primeiro separa um povo, ao qual vai se revelar de forma especial; depois se torna ele mesmo um de nós para salvar a todos e abrir o caminho de volta para a felicidade que ele queria desde o começo. Deus vem a nós em Jesus de Nazaré, gente como a gente, que viveu, sofreu e morreu pela humanidade.
  • Jesus ressuscita e mostra que Deus quer a vida. Deixa o Espírito Santo para orientar seus seguidores.
  • Os seguidores de Jesus formam a Igreja, que continua a sua missão.
  • No final dessa história, a humanidade será feliz como Deus queria, num mundo consertado, livre de problemas e na presença de Deus.
         Dá para perceber que essa história começa e acaba no paraíso? Isso quer dizer: Deus nos criou para sermos felizes e no fim é isso que Ele vai conseguir, mesmo que as falhas e os pecados humanos atrapalhem bastante o caminho.
          O primeiro e o último livro da Bíblia falam do mundo como um lugar feliz.
          O primeiro é i livro do Gênesis, que mostra que desde o começo Deus queria humanidade num mundo feliz. Para dizer isso, a Bíblia conta uma história e representa esse mundo feliz com um jardim. Quem olha para um jardim só vê coisa bonita. Jardim de “cara de felicidade”.
“O Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, do lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado. O Senhor Deus fez brotar da terra toda sorte de árvores, de aspecto agradável e de frutos bons para comer; e a árvore da vida no meio do jardim e a árvore da ciência do bem e do mal. Um rio saía do Éden para regar o jardim, e se dividia em quatro braços.” Gn 2,8-10

A linguagem do texto acima é toda simbólica.  Frutos, rio, jardim são símbolos de fartura, de vida sem problemas, como deveria ser se as pessoas nunca tivessem desobedecido a Deus. A árvore da vida é o grande símbolo da presença de tudo o que é bom, que faz a vida ser forte, bonita, sem ameaça ou sofrimento.


O último livro é o do Apocalipse. Aí se descreve uma cidade feliz, bonita, esplendorosa, onde vai haver só felicidade junto a Deus. É o final feliz da história humana, depois que todo mal for vencido. Aparecem de novo o rio, a árvore da vida e junto de Deus está o Cordeiro (que é Jesus):
“...Um rio de água viva resplandecente como cristal de rocha, saindo do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as feridas das nações. Não haverá aí nada de detestável, mas nela estará o trono de Deus e do Cordeiro.”

Ap 22, 1-3
      Uma Árvore da vida dando fruto o ano inteiro é símbolo de felicidade permanente. Para que isso aconteça, serão “curadas as feridas das nações”, isto é, em todos os povos as pessoas deixarão de causar sofrimento umas às outras e de praticar injustiça.
      A linguagem pode não ser muito fácil, mas a mensagem é bem simples: Deus nos criou para sermos felizes e Ele conduz a história humana para que, no fim, o objetivo seja atingido. Para que isso aconteça, Deus entra pessoalmente na história humana, por intermédio de Jesus.
Descobrindo novos caminhos:ensino religioso / Therezinha M.L. da Cruz – São Paulo:FTD,2006.
04/03
ATIVIDADE DE REVISÃO - AVALIAÇÃO 1
Respostas:
1. Cascão mostra-se irredutível a mudança de comportamento. Não gosta de tomar banho e não tem quem o faça mudar de ideia. É persistente, teimoso e não se importa com a opinião das outras pessoas.
2. Sim. Não, pois se mostra frustrada com a resposta de Cascão. Ele afirma que não mudará seu comportamento para namorar com ela.
3. A personagem da história interpretada por Tom Hanks sentia-se muito sozinha. Necessitava de alguém para conviver, conversar, expressar seus sentimentos, nem que esse alguém fosse fruto de sua imaginação. Com isso foi capaz de viver na ilha por 4 anos sem sofrer as consequências da loucura, embora tenha ficado bem perturbado, pois não é bom que homem nenhum esteja só.
4. No início Deus criou a humanidade para ser feliz, mas o ser humano O desobedeceu e pecou, o maior pecado foi o homem desejar ser maior que Deus. Porém Deus não desiste da humanidade, escolhe um povo liderado por Abraão e ao longo de sua caminhada vai se revelando de forma especial. Depois Deus vem a nós em Jesus de Nazaré, sofreu e morreu pela humanidade. Jesus ressuscita  e após 50 dias deixa o Espírito Santo para orientar seus seguidores. Os seguidores formam a Igreja que continua a missão de Jesus e no final a humanidade será feliz, conforme o Desejo de Deus, num mundo consertado e livre de problemas.
 5. As pessoas precisam tratar-se com amor. Olhar para o próximo como a si mesmo e desenvolver ações menos egoístas, de partilha e solidariedade.
6. Campanha da Fraternidade.
Tema: Fraternidade e Juventude
Lema: Eis-me aqui. Envia-me.
7. Ser fraterno é considerar o próximo como verdadeiro irmão. Amar com amor de irmão que somos, pois todos somos filhos de Deus e devemos nos amar e agir uns com os outros como uma verdadeira família.
AVALIAÇÃO1 - 07/03/2013
  • Identidade
  • Convivendo aprendemos quem somos
  • projeto de Deus para a humanidade.

Avaliação 1 - Estudo do erro.

1) Porque cada pessoa é única, cada um tem seu jeito de ser e agir no mundo e precisa ser respeitado e amado. Dessa forma a pessoa sente-se valorizada e mais segura para viver feliz na sociedade em que está inserida.

2) Perante a lei e para Deus todos somos iguais, mas temos características físicas e jeito de ser diferentes e isso que nos deixa contentes, pois podemos conviver harmoniosamente, um completando o outro em suas diferenças.

3) Pessoal.

4) “Eu sofro influências de muitos jeitos, bons e ruins, acho que as duas maiores influências que tive para ser quem sou hoje, foram a da minha mãe que sempre me ensinou a me esforçar nos estudos e do meu amigo M. que me ensinou uma brincadeira que vem sempre à minha cabeça, sem eu nem pensar nela e isso faz com que essa brincadeira, de alguma forma faça parte de mim.”

5) O homem não consegue ficar sozinho, pois sente vontade de se expressar, de interagir e de mostrar a sua opinião. No filme náufrago, por exemplo, para não ir à loucura o personagem de Tom Hanks cria um amigo para ter com quem conversar, se zanga, se expressa sendo essa uma saída para não enlouquecer.

6) Miriam e Carlinhos contribuem com o Projeto de Deus para a humanidade, pois se preocupam com o bem estar de pessoas que necessitam de ajuda, participam de ações comunitárias que cuidam do planeta e estão envolvidos com a Infância Missionária da paróquia de sua comunidade.

7) Para que o paraíso aconteça agora é necessário a participação de todos, o respeito às diferenças, saber utilizar a liberdade com consciência protegendo o planeta da devastação, diminuindo a poluição, valorizando a vida de todas as pessoas buscando a igualdade de direitos e deveres. Que todos possam se amar como a si mesmos, conforme Jesus nos ensinou.

8) 1. Deus criou o mundo, os seres vivos e a humanidade. O homem vivia no paraíso, pois Deus criou o homem para ser feliz.

2. O homem peca, desobedece a Deus e cria a infelicidade. O homem quer ser maior que Deus.

3. Deus vem em socorro da humanidade, prepara um povo, ao qual se revela de maneira especial. Se revela para o povo por meio de Abraão.

4. O povo recebe orientações por meio de Moisés, quando recebe as tábuas da Lei.

5. Se torna um de nós para salvar a todos e abrir o caminho de volta a felicidade que ele queria desde o cemeço.

6. Deus vem a nós em Jesus de Nazaré, gente como a gente, que viveu, sofreu e morreu e morreu pela humanidade.

7. Jesus ressiscita e mostra que Deus quer a vida. Deixa o Espírito Santo para orientar os seus seguidores.

8. Os seguidores formam a Igreja, que continua sua  missão.

9. A Igreja é testemunho da vida e ressurreição de Jesus.

10. No final dessa história, a humanidade será feliz como Deus queria, num mundo consertado, livre de problemas e na presença de Deus.

9) Resposta pessoal respeitando os ensinamentos transmitidos pela oração.




Quais são os livros do Antigo Testamento?

            Os livros do Antigo Testamento podem ser agrupados nestas quatro categorias.
           
            O Pentateuco
            Em grego significa “cinco livros”. Esse grupo é chamado pelos judeus de Torá ou a Lei. São eles o Gênesis (a origem); o Êxodo (a saída do Egito); os números (o censo ou a contagem do povo de Israel) o Levítico (as leis); e o Deuteronômio (as leis promulgadas por Moisés).
           
            Os livros históricos
            Contam a história do povo de Israel desde a chegada à Terra Prometida, o governo de Josué (século XII a.C.), até a conquista do reino de Judá pelos gregos no século II a.C.
            Os livros poéticos e sapienciais
            De procedência variada, o conteúdo deles são reflexões sobre o mal (Jó), sobre a morte (Eclesiastes) e sobre o amor (Cântico dos cânticos); reflexões e conselhos (Provérbios, Eclesiástico e Sabedoria de Salomão) e orações (Salmos).
            Os livros proféticos
            “[...] profeta é aquele que se inspira na ação libertadora do Deus do êxodo e, a partir daí, analisa a situação presente e mostra o projeto de Deus para o futuro do seu povo” (Bíblia sagrada: edição pastoral. São Paulo: Paulinas, 1989. P. 946).
Respostas a grandes perguntas
            Além de relatar a história do povo de Israel. O Antigo Testamento responde a alguns dos maiores questionamentos que ainda afligem a todos nós: qual é a origem do mundo e da vida? Como surgiram e como se desenvolveram os seres humanos? Por que existe o mal? Qual a finalidade da existência humana?
            O Gênesis dedica 11 capítulos à exposição das crenças do antigo povo hebreu em relação a essas questões:
·         Deus criou o mundo do nada.
·         Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, e a mulher, da costela do homem.
·         A origem do mal, o pecado original, é resultado do mal uso da liberdade do homem outorgada por Deus.
·         Como punição, pelo pecado original, os seres humanos sofreram consequecias com o trabalho e a morte.
·         Uma vez maus e pecadores, o humanos mereceram a misericórdia do Criados, que recriou o mundo depois do dilúvio.
De Abraão a Moisés
            A partir do capítulo 12, o Gênesis começa a história do povo de Israel com o patriarca Abraão. Apesar dos pecados, da inveja, da ira, do orgulho, da luxúria, da mentira e do ódio, a Aliança firmada com Noé e a promessa de salvação mantêm-se. Esse longo período passa pelos seguintes acontecimentos:
·         A história de Abraão e seu filho Isaac (capítulos 12 a 25).
·         A história de Jacó e seus filhos (capítulos 26 a 37).
·         A história de José (capítulos 38 a 50).
Do capítulo 12 ao 50, o Gênesis narra “a história dos patriarcas, as raízes do povo que, dentro do mundo, será portador da aliança entre Deus e a humanidade” (Introdução ao Gênesis. In: Bíblia sagrada; edição pastoral. São Paulo: Paulinas. 1989. P. 11).
De Moisés ao fim do Cativeiro na Babilônia
            Esse período é narrado em vários livros que contam a escravização no Antigo; a libertação por Moisés; a Aliança com Deus selada no Monte Sinai (século XIII a.C.); a conquista da Terra Prometida por Nabucodonossor; a deportação dos hebreus para a Babilônia; e a libertação do cativeiro pelo imperador persa Ciro, conquistador do império Babilônico (séc VI a.C.). Esses episódios são narrados nos seguintes livros:
·         Êxodo – libertação dos israelitas do cativeiro no Egito e volta à Terra prometida, sob a liderança de Moisés.
·         Levítico – acervo de leis que regulamentam a religião judaica. Levítico deriva de Levi, chefe de uma das 12 antigas tribos de Israel cujos membros foram escolhidos para exercer funções sacerdotais.
·         Números – censo do povo de Israel.
·         Deuteronômio – código de leis cuja mensagem é a promessa de que Israel e seu povo, se fiéis à Aliança com Deus, viverão sempre felizes e prósperos.
·         Josué, Samuel, Juízes, Rute e as Crônicas – narram a conquista de Canaã e relações de seus governantes e do povo com povos vizinhos.


A volta do deserto e a reconstrução
            De volta à Judéia, os hebreus encontraram Jerusalém e o país em ruínas. Iniciaram a reconstrução do Templo e a edificação de muralhas para proteção da cidade. A reconstrução material e espiritual levou mais de um século e foi concluída por Neemias e Esdras, duas grandes figuras que deixaram seus registros nos livros históricos (538-400 a.C.).
            Neemias foi governador de Judá, dirigiu a reconstrução das muralhas de Jerusalém, reorganizou o povo e instaurou a diplomacia com os povos da região.
            Esdras foi sacerdote e chefe religioso. Conduziu um grupo de judeus do exílio à Palestina. Listou os livros sagrados e orientou a vida espiritual do povo, salientando a importância da Lei (Torá) para a fé e para a reconstrução da nação. Suas orientações marcaram o judaísmo até o nascimento de Jesus.
O messias esperado pelos judeus
            Para expressar o poder divino dos reis e sacerdotes cuja missão era consagrada a Deus, era costume ungi-los com óleo santo. A palavra messias, tem portanto, o sentido de “consagrado”, o “ungido”, “o salvador”.
            Desde o reinado do rei Davi, o povo de Israel acreditava que um seu descendente seria o salvador que redimiria o povo do pecado em cumprimento total e definitivo da promessa de Deus.
            Até o exílio, os descendentes do rei Davi reinaram em Israel. Depois do exílio na Babilônia, o povo passou a ver o Messias não apenas como governador, mas também como uma personagem extraordinária que manifestaria a intervenção definitiva de Deus para salvá-lo, como pregavam os profetas. Segundo os últimos profetas, diferentes expectativas e esperanças mantiveram-se em relação à vinda do Messias.
·         Como rei, o Messias venceria definitivamente os inimigos do povo de Israel.
·         Como manifestação de Deus, o Messias não sofreria nenhuma intervenção humana.
·         O Messias traria a salvação do povo de Israel no final dos tempos.
·         O Messias traria a salvação do povo de Israel e de toda a humanidade.

            É no contexto dessa esperança que nasce Jesus de Nazaré, o tão esperado Messias. Mas a história provou que os fatos não corresponderam exatamente às expectativas do povo de Israel.
            Umas das razões da própria existência do judaísmo ainda hoje é a esperança na vinda de um Messias salvador.


O QUE É O NOVO TESTAMENTO?

Evangelhos, os quatro primeiros livros do Novo Testamento
            A palavra evangelho, em grego, significa “boa notícia”. Os evangelhos contam a história de Jesus e recebem esse nome porque anunciam a boa-nova do seu nascimento, vida, morte e ressurreição. Eles são narrados por três apóstolos seus e um discípulo, Lucas, que sequer conheceu o filho de Deus.
            Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são narrativas que contam episódios da vida de Jesus, do nascimento à sua morte e ressurreição. São narrativas coincidentes, umas com mais, outras com menos pormenores, diferentemente do Evangelho de João, que se detém nos discursos e reflexões de Jesus.
            Os Evangelhos foram escritos em aramaico e grego. A maioria desses registros originais se perdeu. Restaram apenas algumas cópias que foram preservadas e copiadas.
Os Atos dos Apóstolos
            Esse livro foi escrito por Lucas, provavelmente entre os anos 80 e 90 d.C., em continuação ao seu Evangelho. Sua leitura é fundamental para conhecermos como viviam os primeiros cristãos e a fundação da Igreja, embora suas descrições estejam centradas nas atuações de Pedro e Paulo.
            Os primeiros capítulos narram a ascensão de Jesus ao céu e a infusão do Espírito Santo sobre os apóstolos e Maria no dia de Pentecostes.
            Nos capítulos seguintes, Lucas narra as pregações de Pedro em Jerusalém na Palestina, convertendo judeus, gentios e pagãos à fé cristã, o apedrejamento de Estevão, o primeiro mártir do cristianismo.
            Outros capítulos são dedicados à conversão de Saulo de Tarso, um oficial do exército romano que, depois de convertido, recebeu o nome de Paulo e se tornou um dos principais propagadores da fé cristã. Suas pregações e ensinamentos na região do Mar Mediterrâneo, seu traslado para Roma e sua execução por ordem do imperador Nero, em 67 d.C., ocupam grande parte desse livro.
As Epístolas
            Das 21 cartas do Novo Testamento, 13 foram escritas por Paulo. São dirigidas às comunidades cristãs – romanos, conrintios, gálatas, efésios, filipenses, colossenses, tessalonicenses – e as pessoas – Tito, Timóteo e Filêon – com quem Paulo se relacionava. São conhecidas como Epístolas de Paulo ou Epístolas paulinas. Nelas, o apóstolo discute e orienta as comunidades cristãs criadas ou não por ele, à luz do Evangelho: problemas de fé ou políticos enfrentados por eles e o testemunho cristão naquele momento e naquele lugar.
            Além de Paulo, Pedro, João, Tiago e Judas também escreverem epístolas.
·         A Epístola de Paulo aos hebreus mostra que a religião verdadeira não consiste em ritos e rituais externos, mas no cumprimento da vontade de Deus.
·         As Epístolas de Pedro afirmam a fé cristã aos desamparados e perseguidos em nome da salvação em Jesus e das promessas divinas.
·         As Epístolas de João nos recordam de que o amor é o mais importante.
·         A Epístola de São Tiago ensina que a fé sem obras não leva à salvação e reitera o mandamento do amor ao próximo em todas as circunstâncias.
·         A Epístola de Judas, irmão de Tiago, é um discurso que mostra a necessidade de defender a fé verdadeira e desmistificar os falsos profetas.
O Apocalipse
            O último livro do Novo Testamento é o apocalipse, escrito por São João na ilha de Patmos, na atual Grécia, onde estava exilado e foragido da perseguição romana aos cristãos.
            Os estudiosos dos textos bíblicos consideram que o livro foi escrito entre os anos 70 e 95, quando muitas comunidades cristãs foram dizimadas pela sangrenta perseguição movida pelos imperadores romanos, principalmente em razão da recusa dos cristãos de adorar a imagem do imperador, o deus da religião oficial do Império.
            Apocalipse, em grego, significa “revelação”. O sentido desse livro, portanto, são as revelações dos mistérios feitas aos homens do que acontecia e do que viria a acontecer no futuro, quando Deus agiria julgando e destruindo o mal para implantar definitivamente o Reino de Deus na Terra.
Em síntese, o Apocalipse propõe-se a revelar verdades religiosas por meio de uma linguagem figurada, números misteriosos, visões e aparições celestiais. Por essa razão, esse livro é de leitura e interpretação difíceis.

“João queria advertir os cristãos quanto aos perigos internos e externos e fortalecer as comunidades para os momentos difíceis que iriam passar por causa da fé. Era necessário que as comunidades se convertessem, voltando à opção original pelo seguimento e testemunho de Jesus. Desse modo, elas estariam preparadas para testemunhar corajosamente a fé, resistindo às perseguições e desenvolvendo ação libertadora, que manifestasse ao mesmo tempo decidida crítica à situação de opressão e firme esperança de uma sociedade nova.
            O livro de João é alimentado para a fé e fortalecimento para a esperança do povo oprimido. Para esse povo, a salvação não consiste em melhorar a situação, mas em transformá-la radicalmente, fazendo nascer um novo mundo de justiça, fraternidade e partilha, isto é, o julgamento definitivo do mundo presente e a vinda do Reino de Deus. João mostra, porém, que esse julgamento e Reino se realizam através do seguimento e testemunho de Jesus.”

STORNIOLO, Ivo e BALANCIN, Euclides Marins.
Introdução ao Apocalipse.
In:Bíblia sagrada:edição pastoral. São Paulo: Paulinas,
1989. p. 1589.

Organização Bíblica
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PROVÃO - 09/04/2013

Gabarito

Versão 1

Questão 14:
c) V,V,F,V,V

Questão 15:

b) Gênesis, Êxodo, Números, Levítico, Deuteronômio

Questão 16:

b) Ao povo judeu, ao judaísmo e ao cristianismo.

Versão 2

Questão 14:

d) Ao povo judeu, ao judaísmo e ao cristianismo.

Questão 15:

c) V, F, V, F

Questão 16:

e) V,V,F,V,V

18/04

Atividade de Revisão:

Responda no caderno:

Conte a história da Genealogia de Abraão
Fale sobre o Pentateuco
O que narra o Antigo Testamento?
E o novo?

 
 






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